Criada em 2015, a editora Autonomia Literária se caracteriza pelo seu catálogo de esquerda não sectário e interseccional e pela concepção de uma estrutura de distribuição nômade, que elimina intermediários. Neste artigo, realizado através de entrevistas estruturadas, análise de conteúdo e levantamento bibliográfico, usamos o conceito de hegemonia em Gramsci e Raymond Williams para ilustrar a que se referem as iniciativas compreendidas como “independentes” ou “alternativas” dentro da economia de mercado capitalista, em qual contexto histórico-social o Brasil teve um aumento da demanda por livros políticos, como funciona a constituição de um catálogo editorial anticapitalista e, por fim, a importância de livrarias e eventos literários como espaços de difusão da leitura.

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